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“Se no ouro pus a minha esperança, ou disse ao ouro fino: Tu és a minha confiança;
Se me alegrei de que era muita a minha riqueza, e de que a minha mão tinha alcançado muito; Se olhei para o sol, quando resplandecia, ou para a lua, caminhando gloriosa,
E o meu coração se deixou enganar em oculto, e a minha boca beijou a minha mão.”
(Jó 31:24-27)

 E ai povo, tava meio sumido esses dias mais quem é vivo sempre aparece, ou no meu caso, sempre escreve!. Bom o título desse post é bem sugestivo, pois vou lhes relatar algo que aconteceu no meu trabalho na semana passada e que me deixou muito pensativo a respeito da fragilidade e da carência dos seres humanos.

Uma amiga de trabalho (não vou falar quem) chegou atrasada mais ou menos umas duas horas, alguns já estavam até preocupados se não havia acontecido alguma coisa com ela. Como no meu local de trabalho, por causa de uma coisa que chama segurança da informação não podemos usar telefone celular, não tinha como a gente ligar pra saber notícias. Pois bem, lá pelas tantas da tarde ela chega pra trabalhar toda sorridente e alegre, exclamando pros quatro ventos que “ainda iria nascer a pessoa que a conseguiria tira do sério, ou a estressar naquele dia.”

Bom, todos ficaram curioso sobre o  que tava acontecendo, porque de tanta alegria, tanta felicidade.  Depois de várias perguntas ela acabou soltando que havia acabado de ganhar um carro novo, zerinho, do marido. Todos ficaram super felizes por ela, pois é uma pessoa muito querida pela maioria da equipe, inclusive eu.

Passada toda a euforia, eu já tava indo embora quando no caminho comecei a refletir o acontecido. Como estamos carentes, como estamos necessitados de confortos momentâneos para suprir nossas necessidades emocionais. Com isso nos apegamos as coisas materiais.

Para não ser mal compreendido, vou dizer aqui: Não estou condenando ou falando ser errado um marido presentear  a esposa com um carro novo, ou vice versa. Não é errado nos esforçarmos para conseguir alguns bens materiais. Eu mesmo tenho sonhos que vejo cada dia mais perto de realizar e vou conseguir. O problema é deixar todas essas coisas tomarem o lugar de Deus no nosso coração.

A nossa felicidade tem que estar no Senhor. E por conta disso não devemos começar a entulhar a morada D’Ele com coisas dessa terra. Entendo que o Jesus é um cavalheiro, espera a sua autorização para entrar e fazer morada no seu coração, porém quando entra, Ele vai reinvidicar o espaço D’Ele só para Ele, todos os dias.  Ficar tentando substitur o amor de Deus por coisas materiais na minha opinião é a maior burrice que um ser pode cometer.

Jesus é nosso maior consolador. Então para de ficar entulhando o seu coração e deixa Ele tomar conta da sua vida. Você vai ver como é simples viver com e para Jesus. Com isso todas as nossas carências serão supridas pelo Seu grande, infinito e consolador amor.

Léo.