Ainda que as Escrituras nos ensine e mostre que o Senhor se torna amigo daqueles que por Cristo foram resgatados, ela não nos da base para desenvolvermos uma fé infantilizada.

Parte do movimento gospel pensa que Jesus é um grande irmãozão, que tem por finalidade divertir a rapaziada. Nessa perspectiva tenho visto adolescentes e jovens tentando se relacionar com deus, como se ele fosse um amiguinho da turma.

Outro dia vi uma moça usando termos extremamente pejorativos para o Senhor, tratando o Rei dos reis como se fosse um colega da escola. Há pouco vi nas redes sociais uma outra pessoa afirmando que o Eterno Deus não faz somente papel de Senhor, mas, dança com ela danças desengonçadas, e que sonha com ela desde a primeira vez que a viu.

Ora, vamos combinar uma coisa? Ainda que as Escrituras nos ensine e mostre que o Senhor se torna amigo daqueles que por Cristo foram resgatados, ela não nos da base para desenvolvermos uma fé infantilizada.

Isso mesmo. A fé desenvolvida por esse tipo de cristão é imatura, infantil e psicodélica.

Veja a bem, as Escrituras nos ensinam que o Exelcior Deus, o Soberano, o Rei dos reis, o Justo Juiz, o criador, o Todo Poderoso, reina e governa o universo, e que ele é o temível Deus, portanto, quando nos aproximamos dele, ainda que o façamos em confiança no seu sublime amor, devemos fazê-lo entendendo quem ele é.

Ademais, não encontramos na Bíblia, absolutamente ninguém, lidando com Deus como se amiguinho fosse. Nem mesmo Abraão, Davi, João, Pedro e Paulo que desenvolveram relações extremamente próximas do Senhor o trataram como essa geração tem feito.

Isto posto, penso que bom senso, reverência, respeito e entendimento de quem seja o Senhor é fundamental a todos àqueles que desejam relacionar-se de forma saudável com aquele que por amor nos salvou.

 

Por Renato Vargens
Redação Púlpito Cristão